Ontem falava com meu namorado, que é sociólogo e divide comigo pensa-sentimentos sobre o adiante tratado.
Eu não quis ser mod-punk quando ainda nos teen-years; eu me descobri como tal. Não decidi me existencializar; encontrei minhas respostas, ou ainda, as mesmas perguntas e considerações - com grandes revelações - no existencialismo. Não era modinha; era adentrar o mundo e ir se localizando.
Dito isso, ainda sur la même ligne de pensée, Jean-Paul Sartre quando mais maduro disse que se antes pensava nas problemáticas, agora pensava nas soluções.
Mas a verdade é que mais do que querer consertar tudo, ou pelo menos tudo que costumava pensar poder, quero ter prazer em ajudar quem está disposto a receber tal ajuda, e ter sempre prazer, para que não se perca o tesão em fazer tudo que desejamos.
Antes, tive raiva da minha bondade natural. Agora penso que não tenho raiva. Não há amargura em meus sentimentos ou em meu coração... Mas entendo agora que não podemos ser paternalistas, deixarmos a maldade e a desonestidade impunes. Então me dou o direito de reservar minha sincera e desinteressada bondade e generosidade àqueles que a desejam e não sejam do lado maligno da vida.
Não julgo pessoas, mas prefiro apoiar as boas causas. Definir bondade? Sinta a bondade e não tera dúvidas quanto a seu significado, não importa o significante utilizado.
A melhor vingança, sem dúvida, é ser feliz.
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Le bonheur est la meilleure vengeance!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
às 15:28
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