Pleased 2 meet U - I guess U know my name

I've been in her shoes!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Todo o mantra do pessimismo, a exposição da irracionalidade, a crueldade e o jogo da vida - ela mesma.
A foto do Lula sentando na mesa ao lado de Collor. O documentário "Botinada" sobre o punk em São Paulo. As lembranças eminentes e a podridão dos bichos escrotos que há muito sairam dos esgotos. Pois bem. Como pode ter havido tanta burrice? O que foi aquilo?

Narcisista, psicopata.
Burrice, idiotice. A combinação.
Foi uma condenação. Morte. Desfecho sem final algum. Nada que prestasse dali saiu.
Desamor. Lama. Tristeza.




É como acordar de ressaca, tendo dormido somente 3 horas, ter que fazer a reunião mais importante da história de sua vida. Ou ir direto da balada, totalmente atravessado, fazer a segunda fase da Fuvest. Não dá. Quer dizer, dá. Mas exige para caralho.



RESSACA. Fiz merda. Muita merda.
E agora tenho que consertar, trabalhar e tudo mais. O problema é que a cabeça dói, o corpo não responde e o cérebro grudou. Ou derreteu, e o que sobrou não é suficiente.



Um vírus estranho, uma desconfiança eterna, a experiência nefasta da traição.
A cabeça de João Batista, na bandeja de prata.
Foi tudo isso e muito mais. Ainda assim, no fim, foi nada.

Nada imenso. Além da ressaca e ter que arrumar tudo. Rápido. E de ressaca.


O processo é lento. E escorregadio.





A cabeça veio na bandeja, mas o corpo de lagartixa ficou lá, serpenteando. Foi horrível.


Fim.

MABON

Perdi a senha, esqueci o login.
Isso aconteceu com todos eles. Que seja.
Perdemos coisas. Elas somem, são roubadas, esquecidas; elas morrem, mudam.

Por que não fazer outro?
Tudo é tão absolutamente diferente, de qualquer forma.
Até parece ironicamente justo. É o Universo e a forma como vai, todo e tudo inter-ligado.
Não é eu, é nós.
Punk?
Hm... Acho meio Jungiano.


Pensamentos incompletos e falta absoluta de tempo. Os desequilíbrios e todo o drama e traições explodindo entre dias que pingavam mesmismo e tédio existencial. Sem clichês, nem ao menos um sequer - para talvez tentar levemente localizar pra que lado virar a bússola.


Todos os dias, o dia amanhece. Fazer o que... Ele disse algo como: é, tem épocas que tem mais filmes bons que discos velhos legais para se apreciar. Talvez seja só isso.

Afinal é outono. O ano do Javali acabou de começar. Sei lá. Várias explicações podem ser encontradas, mas a gente prefere só observar. Esperar e apreciar o que é acessível.

Absolutamente, vivemos a Idade Média. Sejamos Poliana, a arte é na rua. Não é genial, mas está acontecendo aqui, agora. Para matar saudades, os Museus e suas coisas antigas.

Os Gêmeos. Alguns outros. Algumas bandas. Poucas pessoas.
Perdi as senhas.
Esqueci os logins.
Já disse isso?