Passado e presente, repetição ou 'transferência'?
Eu comuto. Tu, certamente, comutas. Todos comutam.
Sendo assim, tenho mais o que fazer.
Se o ego observa a relação inicial, isso a valida?
Substitui-se o fato 'concreto' por outro?
Eu comuto. Substituo. Transfiro. E tenho muita náusea.
Criando, cedo a noção formal da relação objetal.
Ou ela se repetirá, consecutivamente, soberanamente, até o fim?
Desencadeia o desprazer, a dor.
A angústia aniquila a criação pura.
Ela apenas causa náusea.
O mundo moderno nos trouxe os transtornos, síndromes, pertubações e desordens variadas.
Interagir via sinais entendidos de acordo com a capacidade analítica e cognitiva.
Ou seja, o mundo é aquilo que você acredita que ele venha a ser.
Primeridade, Secundidade e Terceridade.
Isso é lógica pura e não propaganda de creme embelezador ou seguradora de qualquer tipo.
Muito menos de planos de saúde.
Pragmatizar-se - não deixar a mente ser abduzida:
a propaganda quer te ensinar até como e o que amar e desejar.
Reação!
Nem tudo que se refere, significa.
Aquilo que parece pode não ser o que significa.
Fico febril sem estar doente. Me infecciono e não há bactérias.
Vomitar.
Música é vômito.
Escrever é vomitar.
Pensar é apenas escarrar.
Cuspo minhas palavras. Significam mais que seus significantes, em si.
Quero somente ideogramas. Mais inteligentes e 'causam' menos.
A árvore. O fogo. A cinza. O coração = Melâncolia.
Quer mais lógica que isso???
Relação Objetal versus Angústia: SEMEION
domingo, 18 de abril de 2010
às 00:44